Posts Tagged ‘Dilma’
Dilma suspende por 30 dias pagamentos às ONGs
A Tarde
dinheiro público a entidades privadas sem fins lucrativos. Só neste ano, ONGs receberam mais de R$$ 2 bilhõesda União por meio de convênios e parcerias. O decreto equivale a uma devassa nos convênios.
A ordem da presidente é que esses contratos sejam revistos no prazo de até 30 dias. O dinheiro só voltará a ser liberado depois de um parecer técnico que ateste a regularidade da parceria com entidades sem fins lucrativos, afirma o texto do decreto obtido pelo Grupo Estado.
Além do parecer técnico, a validação do contrato terá de contar com o aval pessoal do ministro de Estado da pasta que contratou a organização não-governamental. Se a regularidade não for comprovada em até 90 dias, o dinheiro liberado terá de ser devolvido aos cofres públicos e a entidade ficará impedida de celebrar novos convênios.
As únicas exceções abertas pelo decreto beneficia entidades que mantém convênios regulares por pelo menos cinco anos, com as prestações de contas devidamente analisadas e aprovadas. Além desse caso, serão liberados os repasses para programas de proteção a pessoas ameaçadas e do Sistema Único de Saúde.
DILMA DIZ QUE ERROS E ACERTOS SÃO SEUS E DE LULA
Bahia Notícias
A presidente da República Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira (2), em discurso na abertura do 4º Congresso Nacional do PT, que o legado recebido por ela ao suceder o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não é apenas uma herança porque ela, como ex-ministra, participou da construção de programas e das bases do governo que comanda atualmente. “Uma herança é pouco. É como se fossem aquelas camadas que fundamentam o solo que garante que as pedras tenham vários graus de solidez. Estou firmada numa pedra muito sólida, que é a experiência de oito anos de um governo que tive a honra de participar. Não é herança porque eu ajudei a construir essa pedra. Eu estava lá quando ela foi construída. Os erros e acertos dela são meus erros e acertos”, disse. Segundo a líder nacional, o “legado” dos oito anos de Lula é uma “responsabilidade” que o atual governo carrega. “Nós tivemos uma oportunidade histórica e, no quadro da democracia, nós mudamos a lógica de crescimento do país. Este país tem a força que tem porque temos essa herança, esse legado que não é legado só dos oito anos de governo do presidente Lula, mas é uma responsabilidade que o nosso governo carrega todos os dias”.
Militares desaprovam Celso Amorim e atribuem sua escolha à Lula
Estadão
Para generais, decepção só é comparável à escolha de Viegas no início do governo Lula.
A escolha do ex-chanceler Celso Amorim para substituir Nelson Jobim no Ministério da Defesa desagradou a almirantes, generais e brigadeiros e foi considerada “a pior surpresa” dos últimos tempos pelos militares, só comparável à escolha de José Viegas Filho, também diplomata, no início do governo Luiz Inácio Lula da Silva, para o mesmo cargo.
No caso de Celso Amorim, de acordo com oficiais-generais da ativa ouvidos pelo Estado – e que não podem se identificar para não quebrar o regulamento disciplinar – a situação é ainda mais delicada. Todos eles conhecem as posições assumidas pelo ex-chanceler em sua passagem pelo Itamaraty, quando, segundo avaliam, ele “contrariou princípios e valores” dos militares.
Apesar de toda contrariedade, os militares, disciplinados, não pensam em tomar qualquer atitude contra o novo ministro da Defesa. Não há o que fazer, além de bater continência para o sucessor de Nelson Jobim. Para os militares, a escolha de Amorim tem “o dedo de Lula”, dizem.
Em discurso na China, Dilma destaca vantagens de investir no Brasil
Agência Brasil
Brasília – Em discurso durante o Fórum Econômico de Boao, na China, a presidenta Dilma Rousseff destacou hoje (15) as vantagens de investir no Brasil. Para ela, o país é o local para se aplicar em vários setores porque há uma combinação de fatores que favorecem os investimentos, como estabilidade econômica e crescimento acelerado. Mas os destaques, segundo Dilma, são as garantias do Estado Democrático de Direito e do respeito aos direitos humanos.
Dilma libera R$ 780 milhões para municípios atingidos por chuvas
do Correio da Bahia
A presidente Dilma Rousseff assinou na noite desta quarta-feira (12) uma Medida Provisória que destina R$ 780 milhões para os municípios do Rio de Janeiro e São Paulo atingidos pelas chuvas.
Do total, R$ 700 milhões, serão destinados ao Ministério da Integração para aplicação em ações da Defesa Civil, sendo R$ 100 milhões apenas para prevenção de desastres naturais.
O Ministério dos Transportes recebera R$ 80 milhões para aplicar na reforma de rodovias afetadas por enchentes e desabamentos. De acordo com o Planalto, a MP deve ser publicada no Diário Oficial nesta quinta (13).
Dilma desiste de reformas no congresso
do Bahia Notícias
Não demorou muito para a presidente Dilma Rousseff (PT) desistir das reformas estruturantes para o país. Diante da dificuldade de manter uma base política coesa, ela disse que não vai propor uma reforma da Previdência Social e pretende deixar para o Congresso a reforma política. As informações são da Folha de S. Paulo. Dilma diz a interlocutores que não vale a pena investir em reformas que impliquem custo político e consumo de energia “monstruosa” nesse início de mandato. A petista preferiu focar seu capital político na aprovação de três ou quatro projetos pontuais da reforma tributária, entre eles a desoneração da folha de pagamento, que devem ser enviados ao Congresso em fevereiro.
Irã faz protesto contra crítica de Dilma
do Estadão
O governo iraniano registrou um protesto contra as críticas do governo Dilma Rousseff à situação dos direitos humanos no Irã, num primeiro sinal de mal-estar entre os dois países, após anos de ótimas relações.
Em telegrama diplomático a cujo conteúdo o Estado teve acesso, com data de anteontem, diplomatas brasileiros em Teerã relatam que um assessor especial do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, telefonou para o embaixador brasileiro no Irã, Antonio Salgado, para se queixar. O assessor “transmitiu o incômodo de Teerã com as repetidas referências à situação dos direitos humanos no Irã, feitas por autoridades brasileiras”. Segundo o telegrama, o assessor iraniano teria pedido ao embaixador que informasse o Itamaraty sobre o desconforto.
Lula agora deseja que Dilma realize comícios sem ele
Blog Josias de Souza
Lula discutirá com Dilma Rousseff e com os operadores do comitê de sua pupila ajustes na dinâmica da campanha de rua e na propaganda de TV.
Serra tece elogios a governo FHC e ataca Lula e Dilma
Veja
Ao lado de seus aliados políticos, o presidenciável José Serra (PSDB) discursou em Brasília na medida exata esperada pelos correligionários. As palavras do candidato foram as mesmas de tucanos e democratas antes do início do evento, que reuniu tanto eleitos, quanto não eleitos.
O Brasil não pode dar um voto no escuro.
Diário Sudoeste
Quando o Brasil conheceu uma parte da Dilma que inventaram para botar no lugar do Lula, isto determinou o segundo turno. O que estava planejado pela máquina comandada por Lula, com o uso do cargo e do dinheiro público, foi freado pela opinião pública que o presidente tanto abomina. O Brasil ficou sabendo que Dilma é a favor da legalização do aborto livre e indiscriminado: não adiantou negar na véspera da eleição, ficou pior, pois foi oportunismo eleitoreiro. O Brasil ficou sabendo que Dilma achava que podia mais do que Cristo, cantando vitória e ofendendo a fé e a religião de milhões de pessoas. O Brasil ficou sabendo que o braço direito da Dilma, que trabalhava na mesa ao seu lado e cuidava de todos os seus assuntos, fazia parte de um esquema de tráfico de influência para lesar os cofres públicos. Mas isto não é tudo sobre Dilma Rousseff. Uma parte importante da sua biografia está escondida dentro de um cofre, para que o Brasil não conheça. O Superior Tribunal Militar não quer permitir o acesso a informações sobre a participação da candidata petista em grupos terroristas que pegaram em armas para implantar o comunismo no Brasil. É uma vergonha negar este direito ao povo brasileiro. É urgente e necessário revelar o que resta escondido da Dilma para que o país possa votar em paz e eleger o candidato que achar melhor. O Brasil não pode dar um voto no escuro. O Brasil não pode votar em alguém que não conhece. O Brasil não pode dar um salto rumo ao desconhecido. A Dilma que vem se revelando diante dos olhos da nação é muito diferente da Dilma do botox, do bisturi, do teleprompter. O Brasil quer saber o que existe por trás desta máscara. Se querem esconder e mistificar é porque boa coisa não é.
Dilma e Serra decidirão eleição para presidente no segundo turno
Diário Sudoeste
A eleição presidencial será decidida em segundo turno entre os candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), de acordo com os números do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Boca de urna: 2º turno Dilma X Serra ainda é dúvida
Blog- Josias de Souza
A pesquisa de boca urna do Ibope não logrou elucidar a dúvida que eletrifica o país neste domingo (3).
Em debate ‘vencido’ por Bonner, Dilma saiu incólume
Folha Online
Por sorte, o último dabate do primeiro turno foi de graça. Se tivesse bilheteria, a platéia ia pedir o dinheiro de volta.
Alvo de todos, Dilma foge da ‘gafe’ no último debate
Folha Online
Vai ao ar na noite desta quinta (30) o último debate presidencial do primeiro turno. Voltam aos holofotes: Dilma, Serra, Marina e Plínio.
Cinco blocos. Horário nobre, no vácuo da novela. Rede Globo, dona da maior audiência do país. Tudo a três dias da eleição.
Favorita nas pesquisas, Dilma programou-se para “cumprir tabela”, disse um dos operadores da campanha ao repórter.
Mais do que ir bem, a pupila de Lula foi preparada para não se sair mal. Na visão da marquetagem, o fundamental é evitar os deslizes.
Tomaram-se como parâmetros, dois debates da campanha de 2006, quando mediam forças Lula e Geraldo Alckmin.
Num, o último debate do primeiro turno, Lula não deu as caras. Pululava no noticiário da época, o caso dos “aloprados” do dossiê.
A junção das duas coisas –o escândalo e a fuga de Lula— levou Geraldo Alckmin ao segundo turno.
Aprendida a lição, a hipótese de ausência de Dilma foi descartada já no alvorecer da campanha. O ‘Erenicegate’ –alopragem de 2010— tonificou a decisão.
Noutro debate, o primeiro do segundo turno de 2006, Lula apareceu. Dessa vez foi a estratégia de Alckmin que desandou.
Dono de temperamento cordato, Alckmin foi à jugular de Lula. Em timbre raivoso, cobrou explicações sobre a origem do R$ 1,7 milhão da mala dos “aloprados”.
Aos olhos do eleitor, a agressividade não caiu bem. E Alckmin teve no segundo round menos votos do que amealhara no primeiro.
Alvo potencial de todos os rivais, Dilma foi aconselhada a manter o equilíbrio. Se lhe esfrefarem Erenice Guerra na face, não fará a defesa da ex-braço direito.
Defenderá a investigação. Coisa no estilo “doa a quem doer”. Dirá que, eleita, não permitirá que o episódio fique sem resposta.
No mais, vai privilegiar a discussão de propostas de governo sempre que lhe couber a formulação de perguntas. Grudará em Lula, como de hábito.
De Plínio ‘Não Tenho Nada a Perder’ Sampaio, espera-se que conserve o estilo de franco atirador.
José ‘Segundo Turno Pelo Amor de Deus’ Serra precisa desestabilizar Dilma, conduzindo-a ao deslize. Porém…
Porém, o Alckmin de 2006 ensina ao tucanato que a agressividade, quando demasiada, engole o dono.
Serra, a propósito, é assistido pelo mesno marqueteiro que assessorava Alckmin: Luiz Gonzalez. Quatro anos atrás, Gonzalez desaconselhara o azedume.
E quanto a Marina ‘Onda Verde’ da Silva? A exemplo do que fez no debate anterior, na Record, vai mirar em Serra e Dilma simultaneamente.
Deseja reforçar o semblante de “terceira via”. Espera conquistar o voto dos indecisos. Uma tarefa inglória.
O histórico das eleições demonstra que o eleitorado indeciso tende a se diluir entre os candidatos.
Na média, o voto titubeante costuma se dividir entre os vários candidatos, na mesma proporção ostentada por cada um deles nas pesquisas.
O formato do debate, amarrado pelos marqueteiros, favorece Dilma. Dos cinco blocos, apenas dois serão dedicados a temas livres.
Nada de repórteres. Cada candidato escolhe o tema e dirige a questão a um dos contendores. É nesse pedaço que pode emergir o ‘Erenicegate’.
Noutros dois blocos, os presidenciáveis serão instados a dirigir uns aos outros questões sobre temas programáticos, sorteados na hora.
No mais, só as considerações finais, previstas para o último bloco. Se não se sair mal, como prevêem seus operadores, Dilma emergirá do debate no lucro.
A historiografia das eleições mostra que só o grande deslize é capaz de alterar o quadro de intenções de voto. O caso clássico é o de Ciro Gomes.
Candidato em 2002, Ciro chegou a agosto com 27% nas sondagens eleitorais. Era o segundo colocado. Súbito, numa entrevista de rádio, chamou um eleitor de “burro”.
Depois, instado a comentar o papel reservado na campanha à sua mulher, Patrícia Pillar, disse que se resumia a “dormir com o candidato”. Terminou a eleição em quarto lugar, com 11%.
Repetido diante das câmeras da Globo, um destempero à moda Ciro poderia arrancar votos de Dilma. A três dias do pleito, não haveria tempo para consertar o estrago.
Fora disso, a tendência é de manutenção do quadro.
Datafolha: Dilma 47%, Serra 28%, e Marina 14%
G1
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (30) mostra a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, com 47% das intenções de voto. O candidato do PSDB, José Serra, aparece com 28%, e Marina Silva, do PV, tem 14%, segundo o levantamento, encomendado pela TV Globo em parceria com o jornal “Folha de S.Paulo”. Em relação à pesquisa anterior, realizada na segunda-feira (27), Dilma oscilou um ponto para cima; Serra e Marina mantiveram os percentuais registrados anteriormente. onsiderando a margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, Dilma pode ter de 45% a 49%, Serra, de 26% a 30%, e Marina, de 12% a 16%. De acordo com a pesquisa, brancos e nulos somaram 3%, e indecisos, 6%. Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) obteve 1%. Dentre os outros candidatos – Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Rui Costa Pimenta ( PCO) e Zé Maria (PSTU) –, nenhum atingiu 1% das intenções de voto, mas juntos eles alcançaram 1%. Considerando os votos válidos, em que se exclui os votos em branco e nulos, Dilma oscilou de 51% para 52%. Com a margem de erro, ela pode ter entre 50% e 54%. Segundo o Datafolha, como o resultado obtido pela petista está no limite da margem de erro da pesquisa, seria impossível afirmar com certeza que a candidata seria eleita no primeiro turno, caso a eleição fosse agora. Para vencer no primeiro turno, Dilma precisa de 50% mais um dos votos válidos. Segundo o Datafolha, a oscilação positiva de Dilma se deu por conta da evolução da petista no Sul e no Sudeste. Nos votos válidos, Serra obtém 31%, Marina, 15%, e Plínio, 1%. Foram realizadas 13.195 entrevistas em 480 municípios. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 33119/2010.










